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PUC Gois Prof. Ricardo Resende Dias, MSc. 1 2 3 4 RAZES PARA ADOO DE PRTICAS SOCIOAMBIENTAIS AUMENTAR A QUALIDADE DO PRODUTO AUMENTAR A COMPETITIVIDADE DAS EXPORTAES ATENDER O CONSUMIDOR COM PREOCUPAES AMBIENTAIS


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PUC – Goiás

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  • Prof. Ricardo Resende Dias, MSc.
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RAZÕES PARA ADOÇÃO DE PRÁTICAS SOCIOAMBIENTAIS

AUMENTAR A QUALIDADE DO PRODUTO AUMENTAR A COMPETITIVIDADE DAS EXPORTAÇÕES ATENDER O CONSUMIDOR COM PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS ATENDER À REIVINDICAÇÃO DA COMUNIDADE

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ATENDER À REIVINDICAÇÃO DA COMUNIDADE ATENDER À PRESSÃO DE ORGANIZAÇÃO NÃO-GOVERNAMENTAL AMBIENTALISTA ESTAR EM CONFORMIDADE COM A POLÍTICA SOCIAL DA EMPRESA MELHORAR A IMAGEM PERANTE A SOCIEDADE TACHIZAWA ; ANDRADE (2008)

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ATRIBUIÇÕES DO RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE MEIO AMBIENTE

PLANEJAR, ORGANIZAR, DIRIGIR E CONTROLAR A POLÍTICA AMBIENTAL DITADA PELA ORGANIZAÇÃO; CONTROLAR AS OPERAÇÕES ATRAVÉS DE RELATÓRIOS TÉCNICOS E VISITAS MONITORANDO FONTES POLUENTES; ASSESSORAR TECNICAMENTE AS DEMAIS UNIDADES DA EMPRESA NAS QUESTÕES AMBIENTAIS;

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QUESTÕES AMBIENTAIS; ACOMPANHAR A EXECUÇÃO DAS MEDIDAS PROPOSTAS; GARANTIR A ATUALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO RELATIVAS ÀS QUESTÕES AMBIENTAIS; ACOMPANHAR O DESENVOLVIMENTO DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL; FORMAR E TREINAR OS ENVOLVIDOS; REPRESENTAR INSTITUCIONALMENTE A ORGANIZAÇÃO.

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RESPONSÁVEL MEIO AMBIENTE ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS COMUNIDADE IMPRENSA ORGANIZAÇÕES CIVIS ASSOCIAÇÕES AMBIENTALISTAS PRODUÇÃO MANUTENÇÃO P&D SUPRIMENTOS MARKETING RECURSOS HUMANOS RELAÇÕES ALTA ADMINISTRAÇÃO CONTATOS EXTERNOS CONTATOS INTERNOS

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AMBIENTALISTAS POLÍTICOS ASSOCIAÇÕES DE CLASSE ASSOCIAÇÕES INTERNACIONAIS RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNICAÇÃO FINANÇAS OUTRAS UNIDADES INFORMAÇÕES SOBRE

  • LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
  • NOVAS TECNOLOGIAS
  • POLUIÇÃO
  • RECICLAGEM
  • ECONOMIA DE ENERGIA
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ÉPOCA FATO HISTÓRICO RESULTADOS 1962 (Estados Unidos) Publicação de "Silent Spring" de Rachel Carson Pressão para que os políticos agissem e profunda mudança na atitude do povo americano com

  • surgimento

de normas ambientais federais. Década de 60 (Estados Unidos) Criação da Agência de Proteção Ambiental (EPA). Aprovação das leis: Clean Air Act, Clean Water Act, Toxic Substance Control Act, entre outras. 1970 Reunião do Clube de Roma. Documento "Limites do Crescimento", que analisou os efeitos catastróficos

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Roma. que analisou os efeitos catastróficos decorrentes do atual ritmo de crescimento econômico e demográfico no mundo. 1972 (Estocolmo) Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente. Colocou a questão ambiental nas agendas

  • ficiais

e

  • rganizações

internacionais. Também teve como resultados: a incorporação da questão ambiental em programas das

  • rganizações

intergovernamentais; surgimento de grande número de ambientalistas e de organizações não- governamentais em todo o mundo.

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ÉPOCA FATO HISTÓRICO RESULTADOS

Década de 70. Crise do petróleo e do modelo energético vigente Despertar legislativo e incentivo à procura de novas fontes de energia e de uma utilização mais racional destas. Décadas de 70 e 80 Desastres ambientais como o de Seveso, Bho-pal, Chernobyl, etc. Dramático crescimento da conscientização ambiental. Década de Surgimento de grupos Início do ativismo ambiental. Pressão

10 10

Década de 80 (Estados Unidos) Surgimento de grupos ambientalistas como

  • Earth First.

Início do ativismo ambiental. Pressão sobre as empresas para mudanças em suas políticas. 1986 A Câmara Internacional de Comércio (ICC) estabeleceu diretrizes ambientais para a indústria mundial. Grande impulso à adoção de práticas de prevenção da poluição por parte das indústrias.

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ÉPOCA FATO HISTÓRICO RESULTADOS 1987 Lançamento do manifesto "Nosso Futuro Comum" (Relatório Brundtland) pelo Conselho Mundial de Desenvolvimento e Meio Ambiente da ONU (WCED – World Council of Environment and Development). Auxiliou na integração dos conceitos: meio ambiente e desenvolvimento. Sua principal função foi alertar as autoridades governamentais para tomarem medidas efetivas no sentido de coibir e controlar

  • s efeitos desastrosos da contaminação

ambiental, com o intuito de alcançar o desenvolvimento sustentável. 1991 Publicação da "Carta Empresarial para o Incremento da filosofia preservacionista no mundo, contabilizando adesões e

11 11

Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável", pela ICC. Lançamento do documento "Mudando o Rumo: Uma Perspectiva Empresarial Global sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente" pelo BCDS (Business Council on Sustainable Development. mundo, contabilizando adesões e iniciativas das mais diversas origens.

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ÉPOCA FATO HISTÓRICO RESULTADOS 1991 A ISO (International Organization for Standardization) constitui o Grupo Estratégico Consultivo sobre o meio ambiente (SAGE). Elaboração das normas internacionais de proteção ambiental ISO 14000. 1992 (Brasil) Realização da conferência do Rio de Janeiro ECO- 92 – The Earth Summit. Resultaram dois importantes documentos: a Carta da Terra (Declaração do Rio) e a Agenda 21

12 12

1996 A norma ISO 14000 passa a ser NBR, ou seja, é aprovada e publicada como norma internacional Empresas já podem ser certificadas pela ISO 14001 atestando que possuem um Sistema de Gestão Ambiental estruturado e funcionando. Países ou mesmo empresas isoladas podem exigir de seus fornecedores a certificação ISO 14000 como garantia de produção com preocupação ambiental.

Fonte: Bogo, 1998.

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SEGURANÇA DE PROCESSOS SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHODOR PROTEÇÃO AMBIENTAL TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DIÁLOGO COM COMUNIDADE E PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS GERENCIA- MENTO DO PRODUTO

COMISSÕES DE CONSELHOS

GESTÃO AMBIENTAL PRINCÍPIOS DIRETIVOS

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GERENCIAMENTO AMBIENTAL

COMISSÕES DE LIDERANÇAS EMPRESARIAIS CONSELHOS COMUNITÁRIOS CONSULTIVOS

DIFUSÃO

Fonte: Donaire, 1999, p.116.

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GESTÃO AMBIENTAL - DIMENSÕES

Abrangência espacial Instituição multilateral Sociedade civil Etc. Iniciativa Global Regional Nacional Local Setorial Empresarial

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Empresa Governo Sociedade civil Empresarial Etc. Ar Água Solo Fauna e flora Recursos minerais Chuva ácida Aquecimento global Etc. Questões ambientais

Fonte: Barbieri, 2007.

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OS 5 R’s NA GESTÃO AMBIENTAL

PRODUÇÃO DE LIXO CONSUMIR APENAS O NECESSÁRIO REDUZIR REUTILIZAR

RECUPERAR

RESTAURAR OS OBJETOS

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REUTILIZAR DAR NOVA FUNÇÃO AOS OBJETOS RECICLAR TRANSFORMAR EM NOVOS OBJETOS REPROJETAR REDESIGN REDUZIR RESÍDUOS

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NÚMERO DE UNIDADES CERTIFICADAS NO BRASIL, POR ESTADO. ISO 14001

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NÚMERO DE UNIDADES CERTIFICADAS NO BRASIL, POR REGIÃO. ISO 14001

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Ciclo de implementação e manutenção do SGA

1Sensibilização dos colaboradores. 2Levantamento de dados: caracterização e funcionamento da empresa. 3Treinamentos:

  • ISO 14000;
  • Modelo SGA;

P R O G R A M A Ç Ã O 1.1.Palestra de sensibilização SGA – para colaboradores

Natureza do negócio, produtos/serviços, estrutura

  • rganizacional, plano de marketing, plano operacional,

finanças e estrutura física. 2.1.Levantamento de dados: Caracterização e funcionamento da empresa 3.1Treinamentos: seminário;

workshop; preleção; reunião. Sensibilização. Interpretação da ISO 14000. Modelo de implantação do SGA. Gestão de processos 4.1.1.Requisitos 4.1.1.1.Requisitos gerais 4.1.1.2.Política ambiental 4.1.1.3. Planejamento Aspectos

ambientais Requisitos legais e outros Objetivos, metas e

4.2. Processos e formulários

4.2.1. Processo de treinamento. 4.2.2. Processo de controle de documentos. 4.2.3. Processos operacionais.4.2.4. Processo de preparação às emergências. 5.1.1.Orçamento

5.1.2. Aprovação de documentos e participação de todos A

4.1. Delineamento do SGA 5.1. Implementação

Ciclo de implementação e manutenção do SGA

1Sensibilização dos colaboradores. 2Levantamento de dados: caracterização e funcionamento da empresa. 3Treinamentos:

  • ISO 14000;
  • Modelo SGA;

P R O G R A M A Ç Ã O 1.1.Palestra de sensibilização SGA – para colaboradores

Natureza do negócio, produtos/serviços, estrutura

  • rganizacional, plano de marketing, plano operacional,

finanças e estrutura física. 2.1.Levantamento de dados: Caracterização e funcionamento da empresa 3.1Treinamentos: seminário;

workshop; preleção; reunião. Sensibilização. Interpretação da ISO 14000. Modelo de implantação do SGA. Gestão de processos 4.1.1.Requisitos 4.1.1.1.Requisitos gerais 4.1.1.2.Política ambiental 4.1.1.3. Planejamento Aspectos

ambientais Requisitos legais e outros Objetivos, metas e

4.2. Processos e formulários

4.2.1. Processo de treinamento. 4.2.2. Processo de controle de documentos. 4.2.3. Processos operacionais.4.2.4. Processo de preparação às emergências. 5.1.1.Orçamento

5.1.2. Aprovação de documentos e participação de todos A

4.1. Delineamento do SGA 5.1. Implementação

MODELO DE IMPLEMENTAÇÃO

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  • Modelo SGA;
  • Gestão de

processos. 4Delineamento do SGA. 5Implementação do SGA:

  • Consultorias

internas;

  • Consultorias

externas. 6Monitorament

  • e medição do

SGA. 7Melhorias e retorno ao ciclo de manutenção do SGA. D A S A Ç Õ E S

Objetivos, metas e programas

4.1.1.4. Implementação e operaçãoRecursos,

funções, responsabilidade e autoridade Competência, treinamento e conscientização Comunicação Documentação Controle de documentos Controle operacional Preparação e resposta às emergências

4.1.1.5.Verificação Monitoramento e

medição Avaliação do atendimento a requisitos legais e outros Não conformidade, ação corretiva e ação preventiva Controle de registros Auditoria interna

4.1.1.6. Análise pela administração

emergências. 4.2.5. Processo de auditoria interna4.2.6.Processo de levantamento e controle de requisitos legais e outros. 4.2.7.Processo de identificação e avaliação de aspectos e impactos ambientais. 4.2.8.Processos específicos da empresa considerando os aspectos ambientais relacionados a:

  • energia;
  • água;
  • resíduos sólidos;
  • produtos químicos;
  • solo ou outros.

4.2.9. Processo de não- conformidade, ação corretiva e ação preventiva. 4.2.10. Processo de calibração. 4.2.11. Processo de análise pela administração. Para cada processo definir formulários, medições e indicadores necessários.

Para cada processo definido deve ser realizado o

  • rçamento

relativo à implementação para mitigar ou eliminar o impacto ambiental identificado.

A implementação é realizada a partir da aprovação dos documentos elaborados – processos e formulários e, do envolvimento dos vários níveis da empresa, devendo haver a participação de todos.

6.1. Monitoramento e medição do SGA

6.1.1.Indicadores e metas 6.1.2.Auditorias internas e externas

7.1.Melhorias ciclo SGA

  • Modelo SGA;
  • Gestão de

processos. 4Delineamento do SGA. 5Implementação do SGA:

  • Consultorias

internas;

  • Consultorias

externas. 6Monitorament

  • e medição do

SGA. 7Melhorias e retorno ao ciclo de manutenção do SGA. D A S A Ç Õ E S

Objetivos, metas e programas

4.1.1.4. Implementação e operaçãoRecursos,

funções, responsabilidade e autoridade Competência, treinamento e conscientização Comunicação Documentação Controle de documentos Controle operacional Preparação e resposta às emergências

4.1.1.5.Verificação Monitoramento e

medição Avaliação do atendimento a requisitos legais e outros Não conformidade, ação corretiva e ação preventiva Controle de registros Auditoria interna

4.1.1.6. Análise pela administração

emergências. 4.2.5. Processo de auditoria interna4.2.6.Processo de levantamento e controle de requisitos legais e outros. 4.2.7.Processo de identificação e avaliação de aspectos e impactos ambientais. 4.2.8.Processos específicos da empresa considerando os aspectos ambientais relacionados a:

  • energia;
  • água;
  • resíduos sólidos;
  • produtos químicos;
  • solo ou outros.

4.2.9. Processo de não- conformidade, ação corretiva e ação preventiva. 4.2.10. Processo de calibração. 4.2.11. Processo de análise pela administração. Para cada processo definir formulários, medições e indicadores necessários.

Para cada processo definido deve ser realizado o

  • rçamento

relativo à implementação para mitigar ou eliminar o impacto ambiental identificado.

A implementação é realizada a partir da aprovação dos documentos elaborados – processos e formulários e, do envolvimento dos vários níveis da empresa, devendo haver a participação de todos.

6.1. Monitoramento e medição do SGA

6.1.1.Indicadores e metas 6.1.2.Auditorias internas e externas

7.1.Melhorias ciclo SGA

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CICLO DE IMPLEMENTAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SGA

SENSIBILIZAÇÃO DOS COLABORADORES LEVANTAMENTO DE DADOS MELHORIAS E RETORNO AO CICLO

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IMPLEMENTAÇÃO DO SGA TREINAMENTOS MONITORAMENTO E MEDIÇÃO DO SGA DELINEAMENTO DO SGA

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POLÍTICA AMBIENTAL ANÁLISE CRÍTICA PELA MELHORIA CONTÍNUA

MODELO DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL PARA NBR ISO 14001

21 21 PELA ADMINISTRAÇÃO VERIFICAÇÃO E AÇÃO CORRETIVA PLANEJAMENTO IMPLEMENTAÇÃO

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SLIDE 22

ACT AGIR PLAN PLANEJAR

CICLO PDCA- ABORDAGEM DE PROCESSO

ESTABELECER OBJETIVOS E PROCESSOS

POLÍTICA AMBIENTAL DA ORGANIZAÇÃO

AGIR PARA MELHORAR DESEMPENHO DO SISTEMA

22 22 CHECK VERIFICAR DO EXECUTAR

IMPLEMENTAR PROCESSOS MONITORAR E MEDIR PROCESSOS – RELATAR RESULTADOS OBJETIVOS, METAS, REQUISITOS LEGAIS E OUTROS

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SLIDE 23

TERMOS E DEFINIÇÕES

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL – SGA

A PARTE DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO UTILIZADA PARA DESENVOLVER E IMPLEMENTAR SUA POLÍTICA AMBIENTAL E PARA GERENCIAR OS ASPECTOS AMBIENTAIS.

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POLÍTICA AMBIENTAL INTENÇÕES E PRINCÍPIOS GERAIS DE UMA ORGANIZAÇÃO EM RELAÇÃO AO SEU DESEMPENHO AMBIENTAL, CONFORME FORMALMENTE EXPRESSO PELA ALTA ADMINISTRAÇÃO. NBR ISO 14001

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TERMOS E DEFINIÇÕES

ASPECTOS AMBIENTAIS

ELEMENTO DAS ATIVIDADES OU PRODUTOS OU SERVIÇOS DE UMA ORGANIZAÇÃO QUE PODE INTERAGIR COM O MEIO AMBIENTE.

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IMPACTO AMBIENTAL QUALQUER MODIFICAÇÃO NO MEIO AMBIENTE, ADVERSA OU BENÉFICA, QUE RESULTE, NO TODO OU EM PARTE, DOS ASPECTOS AMBIENTAIS DA ORGANIZAÇÃO.

NBR ISO 14001

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TERMOS E DEFINIÇÕES

OBJETIVO AMBIENTAL

PROPÓSITO AMBIENTAL GERAL, DECORRENTE DA POLÍTICA AMBIENTAL, QUE UMA ORGANIZAÇÃO SE PROPÕE ATINGIR.

DESEMPENHO AMBIENTAL

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DESEMPENHO AMBIENTAL RESULTADOS MENSURÁVEIS DA GESTÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO SOBRE SEUS ASPECTOS AMBIENTAIS.

NBR ISO 14001

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  • QUESTÕES AMBIENTAIS NAS PAUTAS
  • IMPACTOS NO MEIO AMBIENTE
  • CONSIDERAR OS STAKEHOLDERS
  • CULTURA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

CONSIDERAÇÕES

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  • CULTURA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
  • IMPORTÂNCIA DO MODELO
  • EQUIPES MULTIDISCIPLINARES
  • MELHORIAS NO MEIO AMBIENTE