Curso
DI MENSI ONAMENTO DE MOTORES ELÉTRI COS
Responsável Prof. Ms. Leandro Momenté Almada – Engenheiro Elétrico (UNESP), Mestre em Engenharia Elétrica (UNESP) e Docente
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Curso DI MENSI ONAMENTO DE MOTORES ELTRI COS Responsvel Prof. Ms. Leandro Moment Almada Engenheiro Eltrico (UNESP), Mestre em Engenharia Eltrica (UNESP) e Docente Proposta O curso contempla noes sobre eletromecnica,
Responsável Prof. Ms. Leandro Momenté Almada – Engenheiro Elétrico (UNESP), Mestre em Engenharia Elétrica (UNESP) e Docente
O curso contempla noções sobre eletromecânica, conversão de energia elétrica em energia mecânica, funcionamento de motores elétricos de indução, partida de motores elétricos, solicitações mecânicas, classificação de motores elétricos e cargas mecânicas, curvas características e dimensionamento de motores elétricos.
W = F . D = Força x deslocamento [ Nm ]
[W] Trabalho F D P Tempo t ⋅ = =
J] kWh, [Wh, t P E
CONJUGADO: ENERGIA E POTÊNCIA MECÂNICA:
Também chamado de Momento, Torque ou Binário. C = F . d = Força x distância [ Nm ]
TRABALHO:
Equivalência entre movimento retilíneo e movimento circular (rotativo): [ ] [ ] [ ]
2
_ ; _ ; _ ; _ _ ; _[ ] F força N m massa g m a aceleração s m V velocidade s t tempo s d distância m − − − − − − Grandezas do movimento retilíneo Grandezas do movimento circular
[ ] [ ] [ ]
2
_ . ; _ _ _ ; _ _ ; _ _ ; _ _[ ] C conjugado N m J momento de inercia g rad aceleração angular s rad W velocidade angular s t tempo s deslocamento angular rad α θ − − − − − −
Equivalência entre movimento retilíneo e movimento circular (rotativo):
Equações do movimento retilíneo Equações do movimento circular
w w t α − =
d v t =
v v t a − =
2 f w t π =
Lei de Faraday / Lens
MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO:
ESTATOR
PARTES:
Carcaça;
Núcleo de Chapas;
Enrolamento Trifásico.
Eixo;
Núcleo de Chapas;
Barras e anéis de curto.
ROTOR
MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO: PARTES:
OUTRAS PARTES
Tampas;
Ventilador;
Caixa de ligação;
Rolamentos;
Placa de Identificação;
Defletora, etc. MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO: PARTES:
O motor de indução tem conjugado igual a zero à velocidade síncrona. Relação entre Conjugado e Potência
Categoria N: Conjugado de partida normal, corrente de partida normal; baixo escorregamento. Categoria H: Conjugado de partida alto, corrente de partida normal; baixo escorregamento. Categoria D: Conjugado de partida alto, corrente de partida normal; alto escorregamento ( mais de 5%).
R
R MOTOR CARGA
Categoria N: Conjugado de partida normal, corrente de partida normal; baixo escorregamento. Categoria H: Conjugado de partida alto, corrente de partida normal; baixo escorregamento. Categoria D: Conjugado de partida alto, corrente de partida normal; alto escorregamento ( mais de 5%).
De acordo com a norma NBR 7094/96, as regiões de tolerâncias da tensão e frequência são classificadas como zona “A” e zona “B”.
0,95 “B” 1,10 1,05 1,02 1,03 0,95 0,90 0,98 “A”
TENSÃO ( p.u. ) FREQUÊNCIA ( p.u. )
NOMINAL ZONA “ A ” ZONA “ B ”
Desempenhar sua função principal continuamente (assegurar o seu conjugado nominal); Desvios em suas características de desempenho à tensão e frequências nominais (rendimento, fator de potência, etc.); Elevações de temperatura superiores àquelas a tensão e frequência nominais (podem exceder em aproximadamente 10K os limites especificados pela norma); Zona “A”
0,95 “B” 1,10 1,02 1,03 0,95 0,90 0,98 “A”
TENSÃO ( p.u. ) FREQUÊNCIA ( p.u. )
Zona “B” Desempenhar sua função principal (assegurar o seu conjugado nominal); Desvios em suas características de desempenho, à tensão e frequência nominais, superiores àqueles da zona A Elevações de temperatura superiores àquelas a tensão e frequência nominais e superiores às da zona “A”;
0,95 “B” 1,10 1,02 1,03 0,95 0,90 0,98 “A”
TENSÃO ( p.u. ) FREQUÊNCIA ( p.u. )
TENSÕES USUAIS:
Baixa Tensão: 220, 380, 440, 660 V Média Tensão: 2.300, 3.300, 4.160, 6.600, 13.800 V
Tripla Tensão Nominal Tensões: 220/380/440/760 V Cabos: 12 ( doze ) LIGAÇÕES: Série - Paralela Cada fase é dividida em 2 partes; Segunda tensão é o dobro da primeira; Tensões: 220/440 V e 230/460 V Cabos: 9 ( nove ) Estrela – Triângulo Segunda tensão √3 vezes maior que a primeira; Tensões: 220/380 V, 380/660 V, 440/760 V
REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
Regime S1: Regime contínuo
tn Carga Perdas Elétricas Temperatura Tempo θ máx
REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
Regime S2: Funcionamento a carga constante durante um período inferior ao tempo necessário para atingir o equilíbrio térmico.
tn Tempo θ máx Carga Perdas Elétricas Temperatura
S2 60 min S2 30 min
REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
Regime S3: Sequência de ciclos idênticos, sendo um período a carga constante e um período de repouso. O ciclo é tal que a corrente de partida não afeta significativamente a elevação de temperatura. S3 25% ED S3 40% ED
Carga Perdas Elétricas Temperatura θ máx Tempo tn tr Duração do ciclo
REGIMES DE SERVIÇO MAIS IMPORTANTES:
Regime S4: Sequência de ciclos idênticos, sendo um período de partida, um período a carga constante e um período de repouso. O calor gerado na partida é suficientemente grande para afetar o ciclo seguinte. S4 40% ED
Carga Perdas Elétricas Temperatura Tempo Duração do ciclo θ máx td tn tr
POTÊNCIA EQUIVALENTE PARA CARGAS DE “ PEQUENA INÉRCIA “:
P1 P2 P3 P4 Pn t1 t2 t3 t4 tn t (s) P (cv)
n 1 n 2 n 1 2 1
RENDIMENTO:
Rendimento Tolerância η ≥ 0,851
η < 0,851
Conforme Portaria do DNAEE (1569 - 23 de dezembro de 1993) cos ϕ ≥ 0,92; medição hora-sazonal; Faturamento da energia reativa capacitiva excedente;
FATOR DE POTÊNCIA: VELOCIDADE NOMINAL:
É a velocidade (rpm) do motor funcionando à potência nominal, sob tensão e frequência nominais ( depende do escorregamento ) Correção: Utilização de Bancos de Capacitores
É o fator que aplicado à potência nominal, indica a carga permissível que pode ser aplicada continuamente ao motor, sob condições especificadas. OBS.: Por norma, um motor trabalhando no fator de serviço, terá o limite de temperatura da classe do isolante acrescido de até 10ºC.
CORRENTE NOMINAL:
É a corrente que o motor absorve da rede quando funcionando à potência nominal, sob tensão e frequência nominais.
FATOR DE SERVIÇO (FS):
CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO:
De acordo com a norma NBR 7094: Altitude ≤ 1000 m; Temperatura ≤ 40 ºC; Atmosfera limpa
INFLUÊNCIA DA ALTITUDE:
A potência útil fornecida pelo motor reduz com o aumento da altitude.
AR + RAREFEITO
Classe de Isolação
As normas nacionais e internacionais classificam os materiais em cinco classes de isolação: A, E, B, F e H,
FATOR DE MULTIPLICAÇÃO DA POTÊNCIA ÚTIL EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA AMBIENTE ( T ) EM “ ºC ” E DA ALTITUDE (H ) EM “m” : 10
15
0,99 20
0,99 0,93 25
0,98 0,93 0,88 30
0,97 0,92 0,87 0,82 35
0,96 0,91 0,86 0,81 0,77 40 1,00 0,94 0,89 0,85 0,80 0,76 0,72 45 0,92 0,87 0,83 0,78 0,74 0,70 0,67 50 0,85 0,80 0,76 0,72 0,68 0,65 0,62 55 0,77 0,74 0,70 0,66 0,63 0,60 0,57 60 0,71 0,67 0,64 0,60 0,57 0,55 0,52
1º ALGARISMO ( indica o grau de proteção contra penetração de corpos sólidos e contato acidental) Sem proteção 1 Corpos estranhos de dimensões acima de 50mm - Toque acidental com a mão 2 Corpos estranhos de dimensões acima de 12mm - Toque com os dedos 3 Corpos estranhos de dimensões acima de 2,5mm - Toque com os dedos 4 Corpos estranhos de dimensões acima de 1,0mm - Toque com ferramentas 5 Proteção contra acúmulo de poeiras prejudiciais ao motor - Completa contra toques 6 Totalmente protegido contra a poeira - Completa contra toques 2º ALGARISMO ( indica o grau de proteção contra penetração de água no interior do motor) Sem proteção 1 Pingos de água na vertical 2 Pingos de água até a inclinação de 15° com a vertical 3 Água da chuva até a inclinação de 60° com a vertical 4 Respingos em todas as direções 5 Jatos d’água de todas as direções 6 Água de vagalhões 7 Imersão temporária 8 Imersão permanente
GRAUS DE PROTEÇÃO
A letra (W) entre as letras IP e os algarismos, indica que o motor é protegido contra intempéries
Uma atmosfera é explosiva quando a proporção de gás, vapor ou pó na atmosfera é tal que uma faísca proveniente de um circuito elétrico ou o aquecimento de um aparelho pode provocar uma explosão
ATMOSFERA EXPLOSIVA: CONDIÇÕES PARA OCORRÊNCIA DA EXPLOSÃO: SUBSTÂNCIAS INFLAMÁVEIS (Gás, vapor, poeira, fibras) AR (Oxigênio) FONTE DE IGNIÇÃO (Faísca, temperatura superficial excessiva)
CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS DE RISCO - IEC/ ABNT/ CENELEC
Presença permanente da atmosfera 1 Presença frequente da atmosfera 2 Presença rara da atmosfera 10 Presença permanente da atmosfera (pó e fibra) 11 Presença ocasional da atmosfera (pó e fibra) ZONA DESCRIÇÃO I Gases de minas - Grisú II A Propano, benzeno, acetona II B Etileno, éter dietílico II C Hidrogênio, acetileno GRUPO DESCRIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO ÁREAS DE RISCO - NEC 1 Presença permanente da atmosfera 2 Presença acidental da atmosfera DIVISÃO DESCRIÇÃO I Presença de gases e vapores inflamáveis II Presença de poeiras inflamáveis III Presença de fibras inflamáveis CLASSE DESCRIÇÃO GASES: MINAS Grisú A Acetileno B Butadieno, hidrogênio C Etileno, ciclopropano D Propano, butano E Pó de alumínio, magnésio (alta condutividade) F Pó de carbono, coque (leve condutividade) G Grãos e cereais (não condutivo) GRUPO DESCRIÇÃO
CLASSES DE TEMPERATURA - NEC / IEC T1 450 °C T1 450 °C T2 300 °C T2 300 °C T2A 280 °C T2B 260 °C T2C 230 °C T2D 215 °C T3 200 °C T3 200 °C T3A 180 °C T3B 165 °C T3C 160 °C T4 135 °C T4 135 °C T4A 120 °C T5 100 °C T5 100 °C T6 85 °C T6 85 °C
IEC NEC Classe
Classe
COMPARATIVO ENTRE ABNT/IEC E NEC/API IEC Zona 0 Zona 1 Zona 2 NEC/API Divisão 1 Divisão 2
Normas Ocorrência de mistura inflável contínua condição normal condição anormal
IEC Gr II C Gr II C Gr II B Gr II A NEC/API Classe I Classe I Classe I Classe I Gr A Gr B Gr C Gr D
Grupo de Grupo de Grupo de Grupo de Acetileno Hidrogênio Eteno Propano
Gases Normas
Segurança Ex (e) Em condições normais de Zonas aumentada
1 e 2 centelha ou alta temperatura. Não Ex (n) Em condições normais de Zona acendível
2 suficiente para inflamar a atmosfera explosiva A prova de Ex (d) Suportam explosão interna sem Zonas explosão permitir que se propague para 1 e 2
Tipo de Simbologia Definição Área de Proteção IEC/ABNT Aplicação
EQUIPAMENTOS PARA ÁREA DE RISCO
Ensaio com rotor bloqueado; Ensaio de partida; Ensaio de sobrevelocidade; Ensaio de nível de ruído; Ensaio de tensão no eixo; Ensaio de vibração. Ensaio de resistência elétrica, a frio; Ensaio em vazio; Ensaio com rotor bloqueado; Ensaio de tensão secundária para motores com rotor enrolado; Ensaio de tensão suportável.
ENSAIOS DE ROTINA: ENSAIOS DE TIPO:
Todos os ensaios de rotina; Ensaio de elevação de temperatura; Ensaio de resistência elétrica, a quente; Ensaios relativos a potência fornecida; Ensaio de conjugado máximo em tensão nominal ou reduzida;
ENSAIOS ESPECIAIS
POTENCIA NOMINAL
Escolha do motor para acionar determinada carga: Deve-se conhecer: Conjugado requerido pela carga; Rotação da carga; Condições de operação; Acoplamento utilizado.
A potência nominal do motor é dada pela equação:
n n
n n
n n
n
P
n
C n
potência nominal do motor em Watts; conjugado nominal do motor em Nm; rotação nominal do motor em rpm Onde:
POTENCIA NOMINAL
Considerando o acoplamento do motor tem-se:
c n cn ac m
c
cn
m
rotação da carga conjugado nominal da carga rendimento do acoplamento
ac
rotação do motor Onde:
POTENCIA NOMINAL
O rendimento do acoplamento é definido por:
c a
c
a
potência transmitida à carga Potência total fornecida pelo motor Onde:
POTENCIA NOMINAL
Tipos de acoplamento x Faixa de rendimento (%)
POTENCIA NOMINAL
DEFINIÇÃO
É o conjugado referido pela carga, e portanto, depende do tipo de carga a ser acionada pelo motor.
DEFINIÇÃO
Pode ser definido pela expressão geral a seguir
x c c
c
Conjugado resistente da carga em Nm Conjugado da carga para rotação zero ( conjugado de partida) em Nm Onde:
c
Constante que depende da carga Rotação nominal do motor em r.p.m.
Parâmetro que depende da carga, assumindo valores inteiros de -1 a 2.
CONJUGADO CONSTANTE
Para este tipo de carga o parâmetro x é zero (x=0)
c c
Nas máquinas desse tipo, o conjugado resistente permanece constante durante a variação de velocidade e a potência consumida pela carga aumenta proporcionalmente com a velocidade
CONJUGADO CONSTANTE
c c
A potência consumida aumenta com o aumento da velocidade segundo a relação a seguir:
CONJUGADO CONSTANTE
Exemplos de cargas com conjugados constantes:
CONJUGADO LINEAR
Para este tipo de carga o parâmetro x é igual a 1 (x=1)
c c
Nas máquinas desse tipo,
resistente varia linearmente com a rotação.
2 c c
A potência consumida varia com o quadrado da rotação como segue:
CONJUGADO LINEAR
Exemplos de cargas com conjugados lineares:
CONJUGADO LINEAR
CONJUGADO QUADRATICO
Para este tipo de carga o parâmetro x é igual a 2 (x=2)
2 c c
Nas máquinas desse tipo, o conjugado resistente varia com o quadrado da rotação
3 c c
A potência consumida varia com o cubo da rotação como segue:
CONJUGADO QUADRATICO
Exemplos de cargas com conjugados quadráticos:
CONJUGADO QUADRATICO
CONJUGADO HIPERBÓLICO
Para este tipo de carga o parâmetro x é igual a -1 (x=-1)
c c
Neste tipo de carga a constante C0 pode ser considerada nula. Para n=0 o conjugado é infinito ( não acontece na prática pois n varia dentro de um intervalo de rotação).
c c
A potência consumida neste caso permanece constante, não variando com a rotação:
CONJUGADO HIPERBÓLICO
Exemplos de cargas com conjugados hiperbólicos:
CONJUGADO HIPERBÓLICO
CONJUGADO NÃO DEFINIDO
Neste caso não se aplica a equação completa do conjugado por ser impossível determinar sua equação São utilizadas técnicas de integração gráfica para determinar seu conjugado. Na prática são consideradas como cargas de conjugado constante, adotando o máximo valor de torque
CONJUGADO NÃO DEFINIDO
Nada se pode afirmar a respeito da potência consumida.
cana Exemplos de cargas com conjugados hiperbólicos:
CONJUGADO NÃO DEFINIDO
O momento de inércia da carga (J) é fundamental para se
consegue acionar a carga dentro das condições propostas em projeto. É a medida da resistência que um corpo oferece a mudança em seu movimento de rotação. Depende do eixo em torno do qual está girando e da forma como a massa do corpo girante está distribuída.
DEFINIÇÃO
Unidade no SI: O momento de inércia total do sistema é a soma dos momentos de inércia da carga e do motor
DEFINIÇÃO
2
T M C
No caso de acoplamentos, a inércia da carga deve ser referida ao eixo do motor
DEFINIÇÃO
2 c CE C m
n J J n = ⋅
DEFINIÇÃO
2 c CE C m
CE
C
Momento de inércia da carga referido ao eixo do motor; Momento de inércia da carga; Onde:
c
m
Rotação da carga; Rotação do motor. Unidade no SI:
2
DEFINIÇÃO
O conjugado médio da carga pode ser obtido graficamente, encontrando o ponto onde se traça uma reta que faça com que as áreas B1 e B2 sejam iguais.
É a medida da resistência que um corpo oferece a uma mudança em seu movimento de rotação. O momento de inércia deve ser referido ao eixo do motor:
MOMENTO DE INÉRCIA:
Quando se deseja escolher um motor para acionar uma carga, é necessário conhecer o conjugado requerido pela carga e também sua velocidade de rotação. O acoplamento da carga ao motor pode ser direto ou com redutor.
] s [ C C J J . n . 2 t
rmed mmed ce m a
− + π = Tempo que o motor leva para acionar a carga desde a rotação zero até a rotação
n
Jm
Jce
Cmmed - Conjugado motor médio em [ Nm ]; Crmed
TEMPO DE ACELERAÇÃO:
F F m a a m V V V a t V t a = × → = = + × → = ⇒ =
Valores máximos são especificados pela norma NBR 7094, em forma de kVA / cv ou kVA / kW
CORRENTE DE PARTIDA: POTÊNCIA APARENTE C/ ROTOR BLOQUEADO ( Sp / Pn ) > 0,54 ≤ 8,6 > 0,4 ≤ 6,3 9,6 13 > 8,6 ≤ 34 > 6,3 ≤ 25 8,8 12 > 34 ≤ 140 > 25 ≤ 100 8,1 11 > 140 ≤ 860 > 100 ≤ 630 7,4 10
A NORMA NEMA CLASSIFICA EM LETRA CÓDIGO:
CÓDIGO DE PARTIDA:
A
L 9,0
B 3,15 - 3,54 M 10,0
C 3,55 - 3,99 N 11,2 - 12,49 D 4,0 - 4,49 P 12,5
E 4,5 - 4,99 R 14,0
F 5,0 - 5,59 S 16,0
G 5,6 - 6,29 T 18,0
H 6,3
U 20,0
J 7,1
V 22,4
K 8,0
VARIANDO O ESCORREGAMENTO VARIANDO A FREQUÊNCIA VARIANDO O NÚMERO DE PÓLOS
3
VARIAÇÃO DA FREQUÊNCIA:
UTILIZAÇÃO DE INVERSORES DE FREQUÊNCIA Variação : 6 a 30 Hz - Perda de ventilação; 30 a 60 Hz - Motores standard; 6 a 60 Hz - Depende da carga acionada. Acima de 60 Hz - Enfraquecimento de campo.
Utilização de motores DAHLANDER; Utilização de motores de ENROLAMENTOS INDEPENDENTES. Variação da resistência rotórica ( MOTORES DE ANÉIS ); Variação da tensão no estator.
VARIAÇÃO DO NÚMERO DE PÓLOS: VARIAÇÃO DO ESCORREGAMENTO:
Um MIT de 100cv, 4 Pólos, gaiola de esquilo, possui Cp/Cn = 2,3 (Cat. H), Cmax/Cn= 2,5 e Jm = 1,5 kgm2. O motor deve acionar um ventilador a 1.780 rpm, com Jc = 40 kgm2 e Co = 0. Calcule o tempo de partida desse motor:
Qual o motor a ser especificado para o seguinte acionamento? Bomba: Cc = 500Nm nc = 1.750 rpm Jc = 16 kgm2 Co = 0,12 Cc Rede: 60Hz Ambiente: Poeira