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unesp - IBILCE - SJRP Curso de Redes de Computadores Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.org Captulo 1 Introduo unesp - IBILCE - SJRP Metas Veremos os contextos principais. Com uma viso geral e intuitiva de redes.


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Curso de Redes de Computadores

Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.org

Capítulo 1 Introdução

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Metas

Veremos os contextos principais.

  • Com uma visão geral e intuitiva de redes.
  • Detalhes serão vistos mais adiante.

Abordagem:

  • Descritiva.
  • Internet será usada como exemplo.
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Visão geral – O que pretendemos:

 O que que é a Internet.  O que é um protocolo.  A borda da rede.  O núcleo da rede.  Redes de acesso.  Meios físicos.  Desempenho.

  • Perdas e atraso.

 Camadas de protocolo e

modelos de serviço.

 Backbones, PTTs,

provedores.

 Um pouco de história.  Resumo.

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O que que é a Internet:

 Milhões de

computadores interligados:

 Microcomputadores,

estações, servidores, telefones, PDAs, tablets, games, GPS, robôs, geladeiras, terminais, etc...

  • Rodando aplicações

de rede.  Enlaces (links) de

comunicação.

  • fibra, cobre, rádio, satélite.

 Roteadores (routers):

encaminham mensagens de dados pela rede.

1- “Players” 2 - Componentes

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Cada vez mais dispositivos na ‘net’

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Estrutura da Internet (1)

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Estrutura da Internet (2)

Rede corporativa roteador estação servidor móvel

ISP Local Provedor de backbone

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Os componentes da Internet

 Protocolos: controlam envio, recepção de mensagens:

  • TCP, IP, HTTP, FTP, SSH, etc... etc...
  • Protocolo define uma “capacidade”.

 Internet é a “rede de redes”.

  • Aproximadamente hierárquica.
  • Internetworking: interconexão de redes.

 Padrões Internet

  • RFC: Request for comments.

http://www.faqs.org

  • IETF: Internet Engineering Task Force

http://www.ietf.org

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Os serviços na Internet

 Infra-estrutura de

comunicação: possibilita aplicações distribuídas:

  • WWW, correio, jogos,

comércio eletrônico, P2P, bases de dados, eleições, etc...  Dois serviços de

comunicação oferecidos:

  • Sem conexão.
  • Orientado a conexão.
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A Internet e sua explosão para o mundo

 Internet dentro do mundo dos negócios:

World Wide Web (WWW)

  • Foi adotado um conjunto de padrões

relativamente simples.

  • Permitiu acessar a informação em qualquer

lugar.

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WWW (1)

 Hipertexto:

“A mente humana (...) opera por associação. De posse de um item, ela parte instantaneamente para outro que é sugerido pela associação de pensamentos, de acordo com alguma teia intrincada de trilhas levadas pelas células do cérebro.” 1945 - Vannevar Bush RAND Co.

(United States Armed Forces / Douglas Aircraft Company)

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WWW (2)

 1988 - Theodore Nelson (Xanadu Network)  1992 / 1993

  • Marc Andreesen e Eric Bina (NCSA - Illinois)
  • Tim Berners-Lee (CERN - Suíça)

 Acadêmica.  Idéia certa, feita pelos motivos errados:

  • A ligação de 200 cientistas a um pequeno número de

supercomputadores.

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A Internet chega ao mundo real

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PROTOCOLOS

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Afinal, o que que é um protocolo?

Protocolos humanos:

 “-Que horas são?”  “-Tenho uma dúvida”.  Cumprimentos /

Apresentações. … mensagens específicas enviadas. … ações específicas adotadas ao receber mensagens. Protocolos de rede:

 Máquinas ao invés de

gente.

 Toda comunicação na

Internet é governada por protocolos.

FORMALISMO:

Protocolos definem o formato, a

  • rdem, e as ações adotadas

ao enviar ou receber uma mensagem entre componentes da rede

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O que que é um protocolo?

Um protocolo humano e um protocolo de rede :

Oi! Oi!

Que horas são?

2:00

TCP pedido de conexão. TCP resposta.

Get http://www.unesp.br/index.htm

<arquivo> Tempo

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Detalhes sobre a estrutura da rede

 Borda (edge) da rede:

aplicações e hosts.

 Núcleo (core) da rede:

  • Roteadores.
  • Rede de redes.

 Redes de acesso são

formadas pelos meios físicos: enlaces (links) de comunicação.

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A borda da rede:

 Sistemas terminais:

  • Rodam aplicações
  • Exemplo: WWW, correio
  • Na “borda da rede”.

 Modelo cliente/servidor

  • Cliente solicita...
  • ... e recebe serviço do servidor.
  • Exemplo: cliente WWW

(browser) / servidor;

  • Cliente / servidor de e-mail.
  • P2P.
  • VoIP
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Serviços com e sem conexão.

Borda da rede

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Borda da rede: serviço orientado a conexão (1)

Meta do serviço: transferência de dados entre

sistemas.

 “handshaking”: preparação para iniciar

transferência.

  • Protocolo humano: “Oi!” - “Oi!”
  • Serve para criar “estado” entre 2 sistemas que

desejam se comunicar.  TCP - Transmission Control Protocol

  • É o serviço orientado a conexão da Internet.
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Borda da rede: serviço orientado a conexão (2)

Características do Serviço TCP [RFC 793]:

 Fluxo de bytes ordenado e confiável:

  • Quando há perdas: confirmações e retransmissões

 Controle de fluxo:

  • Remetente rápido não vai “afogar” um receptor.

 Controle de congestionamento:

  • Remetentes reduzem a taxa de envio quando rede fica

congestionada.

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Borda da rede: serviço sem conexão Meta do serviço: transferência de dados entre

sistemas

Pergunta: Mas é a mesma meta que antes ?!?  UDP - User Datagram Protocol [RFC 768]:

Serviço sem conexão da Internet.

  • Transferência de dados não confiável.
  • Sem controle de fluxo.
  • Sem controle de congestionamento.
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Aplicações

Aplicações usando TCP:

 HTTP (WWW), FTP (transferência de arquivo),

Telnet (acesso remoto), SMTP (correio), ssh,...

Aplicações usando UDP:

 Mídia com “streamming”, teleconferências,

telefonia pela Internet.

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Núcleo (core) da Rede

 Malha conexa de roteadores.  A questão fundamental: como

se transfere dados através da rede?

  • Comutação de circuitos:

circuito dedicado por chamada: rede de telefonia

  • Comutação de pacotes:

dados enviados pela rede em quantias discretas (“pedaços”).

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Comutação de CIRCUITOS

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Núcleo da Rede: comutação de circuitos (1) Recursos fim a fim reservados para a “chamada”.

 Banda baseada na

capacidade de comutação.

 Recursos dedicados: não há

compartilhamento.

 Desempenho é garantido.  Requer fase inicial (“setup”).

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Núcleo da Rede: comutação de circuitos (2)

Recursos de rede dividido em “pedaços”.

  • Por exemplo: Banda (bandwidth)

 Pedaços alocados para as chamadas.  Recurso fica ocioso se não é usado pela

chamada.

 Não há compartilhamento.

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Exemplo:

Um circuito de 1 Mbps só pode

acomodar 10 usuários que consomem 100 Kbps.

  • Estejam eles transmitindo ou não.

Digamos que os usuários só

transmitam 10% do tempo: há muita

  • ciosidade do canal.
  • Será comparado mais adiante.
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Núcleo da Rede: comutação de circuitos (3) Divisão de banda em “pedaços”

 Divisão por freqüência (FDMA - Frequency Division Multiplexing Access)  Divisão por tempo (TDMA - Time Division Multiplexing Access)

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Comutação de Circuitos: FDMA e TDMA

FDMA Freqüência tempo TDMA Freqüência tempo 4 usuários Exemplo:

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Comutação de PACOTES

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Núcleo da Rede: comutação de pacotes (1)

Cada fluxo de dados da origem ao destino é dividido em pacotes:

 Pacotes compartilham recursos.  Cada pacote usa a banda inteira

do enlace.

  • Veremos exemplo mais adiante.

Recursos usados sob

demanda.

Divisão de banda Alocação dedicada Reserva de recursos

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Núcleo da Rede: comutação de pacotes (2) Contenção de recursos:

 Demanda agregada pode exceder os recursos

disponíveis.

 Congestionamento:

  • Fila de pacotes em espera para uso do enlace.

 Armazena e re-encaminha (forward):

  • Pacotes passam por um enlace a cada vez.
  • Transmite através do enlace.
  • Aguarda vez para o próximo.
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Núcleo da Rede: comutação de pacotes (3)

Comutação de pacotes: “armazena e re-encaminha” (store-and-forward)

Cada link 1,5 Mbps

7,5 Mbits = 5000 pacotes de 1,5 Kbits Coisas acontecem ao mesmo tempo:

  • 1o. Pacote leva 1 ms até router 1
  • 1o. Pacote leva 2 ms até router 2

Mas pacote 2 já começa a vir para router 1 = 1 ms

  • 1o. Pacote chega ao destino em 3ms

enquanto isso o pacote 2 chega no router 2 em 2 ms etc… Tempo total para os 5000 pacotes é de 5,002 seg.

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Núcleo da Rede: comutação de pacotes (3)

 Cada link 1,5 Mbps  Total de 7,5 Mbits para transmitir = 5000 pacotes de 1,5 Kbits

Coisas acontecem ao mesmo tempo: 1º. Pacote leva 1 ms até router 1 1º. Pacote leva 2 ms até router 2

 Mas pacote 2º. já começa a vir para router 1 = 1 ms.  1o. Pacote chega ao destino em 3ms.  enquanto isso o pacote 2 chega no router 2 em 2 ms.

etc… Tempo total para os 5000 pacotes é de 5,002 seg.

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Comutação de pacotes X comutação de circuitos (1)

 Enlace de 1 Mbps.  Suponha que cada

usuário:

  • 100 Kbps quando “ativo”
  • Ativo 10% do tempo

 Comutação de circuitos:

  • Comporta só 10 usuários.
  • Tem que reservar a banda toda.

Comutação de pacotes permite admitir mais usuários!

N usuários

enlace de 1 Mbps

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Comutação de pacotes X comutação de circuitos (2)

 Enlace de 1 Mbps.  Cada usuário:

  • 100 Kbps quando “ativo”
  • Ativo 10% do tempo

 Comutação de pacotes:

  • Probabilidade de haver um usuário

específico ativo é 0,1 (ou seja, 10%).

  • Se houver 35 usuários: a

probabilidade de haver mais de 11

  • u mais usuários ativos

simultâneos é menor que 0,0004 (Exercício)

Comutação de pacotes permite admitir mais usuários!

N usuários enlace de 1 Mbps

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Comutação de pacotes X comutação de circuitos (3)  Usuário quando ativo gera dados a 100 Kbps.

  • Prob. de MAIS de 10 usuários ativos é 0.0004
  • Prob. 10 ou MENOS usuários ativos é 0.9996

 Moral da estória:

  • numa rede de packet switching de 1 Mbps

existe probabilidade P = 0.9996 dos 35 usuários terem disponível a mesma banda que existiria em uma rede circuit switching de 1 Mbps com 10 usuários.

  • Suporta 3 vezes mais usuários que circuit switch.
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Comutação de pacotes X comutação de circuitos (3)

 Ótimo para dados em rajadas

  • Compartilha recursos.
  • Não requer inicialização do circuito (setup).

 Questões a serem tratadas:

  • Se há congestionamento excessivo: ocorrem retardo e perdas.
  • Mas, há protocolos necessários para transferência

confiável de dados e controle de congestionamento.

  • Como prover (simular) comportamento de circuitos?
  • Garantias de banda necessárias para aplicações de

áudio/vídeo. (...é um problema ainda em evolução).

Comutação de pacotes será sempre o melhor?

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Redes de pacotes e roteamento

 Meta: mover pacotes entre roteadores da origem ao

destino.

  • Serão estudados algoritmos de seleção de rota (Cap. 4)

 Rede de datagramas:

  • endereço de destino determina próximo passo.
  • rotas podem mudar durante uma sessão.
  • analogia: dirigindo, perguntando o caminho.

 Rede de circuitos virtuais:

  • Cada pacote carrega rótulo (ID de circuito virtual), rótulo

determina próximo passo.

  • Rota fixa determinada em tempo de estabelecimento da

chamada, permanece fixa durante a chamada.

  • Roteadores mantêm estado por chamada.
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Redes de acesso e meio físico

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Redes de acesso e meios físicos

 Como ligar sistemas

terminais ao 1º. roteador?

  • Redes de acesso residencial.
  • Redes de acesso institucional

(escola, empresa, etc...).

  • Redes de acesso móvel.

Características principais:

  • Qual a Banda (bits per second) da

rede de acesso?

  • É Compartilhada ou dedicada?
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Acesso residencial: acesso ponto a ponto

 Discado via modem (dial-up)

  • até 56Kbps, acesso “direto”

ao roteador.

 ADSL: Asymmetric Digital

Subscriber Line

  • Até 34 Mbps do roteador a casa.
  • Até 4 Mbps de casa ao roteador.
  • Disponibilidade de ADSL :

Telefônica, Oi, etc... Canal Voice: de 0 a 4 KHz Canal Upload: 4KHz a 50 KHz Canal Download: 50 KHz e 1 MHz

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Acesso residencial: cable modems

 HFC: hybrid fiber coax (Cable)

  • assimétrico: até 10Mbps download e 1 Mbps para upload.

 Rede de cabo e fibra liga a casa ao roteador do provedor.

  • Acesso compartilhado ao roteador pelas casas.
  • Problemas: dimensionamento, congestionamento.
  • Disponibilidade: via companhias de TV a cabo, Exemplo: NET,

TVA.

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Cable Modem Network (HFC)

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Acesso institucional: redes locais

 Rede local (LAN) liga

sistema terminal ao 1º. roteador.

 Ethernet: cabo compartilhado ou

dedicado usado para acesso ao

  • roteador. 10 Mbps, 100Mbps, Gigabit

Ethernet

 Disponibilidade:

Corporações e instituições, redes domésticas ...

 LANs - Redes locais.

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Redes de acesso sem fio (wireless)

 Rede de acesso sem fio

liga ao roteador

 Redes locais sem fio:

  • Espectro de rádio substitui

cabo.

  • Mais usados: 802.11g de 54

Mbps.

  • Também usada para

ligações ponto a ponto (rede ad-hoc).

 Acesso sem fio não local

  • Acesso sem fio ao roteador

do provedor via rede de telefonia celular.

  • Celular 3G.

estação base sistemas móveis roteador

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Meios físicos

 Enlace físico:

Bit de dados transmitido propaga através do enlace.

 Meio guiado:

  • Sinais propagam em meios

sólidos: cobre, fibra.  Meios não guiados:

  • Sinais propagam

livremente, p.ex., rádio

Par trançado (Twisted Pair - TP)

 Dois fios isolados de

cobre.

  • Categoria 3: fio telefônico

tradicional, ethernet de 10 Mbps

  • Categoria 5: ethernet de

100Mbps

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Meios físicos: cabo coaxial, fibra

Cabo coaxial:

 Fio (portador do sinal)

dentro de um fio (blindagem)

  • Banda básica: canal único

no cabo.

  • Banda larga: múltiplos

canais no cabo.  Bidirecional.  Uso era comum em

Ethernet de 10Mbps

Cabo de fibra ótica:

 Fibra de vidro iluminada

por pulsos de luz

 Operação de alta

velocidade:

  • Ethernet de 100Mbps
  • Transmissão de alta

velocidade ponto a ponto (p.ex., 10 Gbps)  Baixa taxa de erros.  2 tipos de fibra:

monomodo, multimodo.

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Cabo fibra ótica e coaxial

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Meios físicos: rádio (1)

 Sinal enviado pelo espectro eletromagnético.  Sem “fio” físico.  Bidirecional.  Efeitos sobre propagação do ambiente:

  • Reflexão.
  • Obstrução por objetos.
  • Interferência.
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Meios físicos: rádio (2)

Tipos de enlace de rádio:

 Microondas

  • p.ex. canais até 155 Mbps

 Rede local (p.ex.802.11B, G e N)

  • 11Mbps e 54Mbps

 Longa distância (p.ex., celular)

  • p.ex. CDPD, 10’s Kbps ou 3G em alta velocidade.

 Satélite

  • Canais de até 50Mbps (ou múltiplos canais menores)
  • Retardo ponto a ponto de 270 ms.
  • Geosíncrono X LEOS (Low Earth Orbit Satellite)
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Meios físicos: rádio (3)

http://www.turnpoint.net/wireless/cantennahowto.html

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Atrasos / Delays

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Atrasos em redes de pacotes

Pacotes experimentam atraso em caminhos fim a fim.

 Quatro causas de atraso

a cada enlace:

Transmissão. Propagação. Processamento. Enfileiramento.

A B

propagação transmissão Processamento no nó enfileiramento

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Rotas e atrasos na Internet “real”

adriano@angel:~$ traceroute www.unesp.br traceroute to shepard.unesp.br (200.145.1.9), 30 hops max, 52 byte packets 1 * * * 2 thunder (200.145.216.10) 1.953 ms 2.930 ms 1.953 ms 3 cis-lab-ibilce.net.unesp.br (200.145.0.249) 1.953 ms 1.954 ms 0.976 ms 4 nap-sjrp.net.unesp.br (200.145.0.194) 18.555 ms 13.672 ms 13.672 ms 5 nap2-nap.net.unesp.br (200.145.255.30) 14.649 ms 13.672 ms 14.649 ms 6 shepard.unesp.br (200.145.1.9) 12.695 ms 21.484 ms 13.672 ms Trace completed adriano@angel:~$

Traceroute:

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Atrasos ou retardos (delays)

Enquanto um pacote viaja de um nó (seja um host ou router) até o nó subseqüente, o pacote sofre diversos tipos diferentes de atraso em cada nó ao longo do trajeto. Os mais importantes atrasos são: Atraso de processamento nodal (referente a cada nó)  dproc Atraso de enfileiramento  dqueue Atraso de transmissão  dtrans Atraso de propagação  dprop Atraso nodal total  dnodal .

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Atraso de Processamento

  • (dproc) Atraso de Processamento: O tempo requerido para examinar o

cabeçalho do pacote e determinar onde enviar o pacote.

  • O atraso de processamento pode também incluir outros fatores, tais

como o tempo necessário para verificar se há erros eventualmente

  • corridos ao transmitir o pacote do host ao router A.
  • Os atrasos de processamento em routers de alta-velocidade estão

tipicamente na ordem dos microsegundos ou menores.

  • Após este processamento, o router envia o pacote à fila que precede a

ligação até o router B.

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unesp - IBILCE - SJRP

Uma vez na fila, o pacote experimenta um atraso de enfileiramento dqueue enquanto espera para ser transmitido na ligação. Variável: O atraso de enfileiramento de um pacote depende da quantidade de outros pacotes, que chegaram antes, e que estão na fila aguardando a transmissão através do link. Se a fila estiver vazia, e nenhum outro pacote estiver sendo transmitido no momento, então o atraso de enfileiramento do pacote é zero. Já se o tráfego for pesado, e muitos outros pacotes também estiverem esperando para ser transmitidos, o atraso de enfileiramento será longo.

Atraso de Fila

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Atraso de Transmissão (1)

dtrans depende da LARGURA de BANDA (velocidade) do enlace.

Pacotes são transmitidos de maneira first-come-first-serve. Se o comprimento do pacote por L bits, e a taxa da transmissão do link do router A ao router B de R bits/sec. A taxa R é a taxa da transmissão da ligação entre os routers.

  • Ethernet 100 Mbps  R = 100 Mbps
  • Wi-fi 802.11g  R = 54 Mbps
  • Atraso de transmissão dtrans = L/R 

é a quantidade de tempo para transmitir todo o pacote no link.

  • Na prática, os atrasos da transmissão estão tipicamente na ordem

dos microsegundos, ou menos.

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Atraso de Transmissão (2)

 R = banda do enlace (bps)  L= tamanho do pacote (bits)  Tempo (atraso) para

transmitir pacote no enlace dtrans= L/R A B

propagação transmissão

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Atraso de Propagação (1)

( dprop ) PROPAGAÇÃO:

Uma vez que um bit seja empurrado no link, ele precisa se deslocar para o roteador seguinte. O tempo gasto para propagar do começo do link até o router B é o atraso da propagação. A velocidade da propagação depende do meio físico do link (isto é, fibra multimodo, fio de cobre par-trançado, e assim por diante) e está na escala de 2x10 8 m/s a 3x10 8 m/s (  velocidade de luz). O atraso da propagação é a distância entre dois routers dividida pela velocidade da propagação do sinal no link. dprop = S / v Em redes WAN, os atrasos da propagação estão na ordem dos milisegundos.

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Atraso na PROPAGAÇÃO (2)

Retardo de propagação:

 s = distância do enlace  v = velocidade de

propagação.

(~2x108 metros/sec)  Atraso de propagação = s/v

Note: v e R são quantidades muito diferentes! A B

propagação transmissão Processamento no nó enfileiramento

R = banda do enlace (bps)

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Comparando atrasos de propagação e de transmissão

Importante entender a diferença entre o atraso de transmissão e o atraso de propagação. A diferença é sutil, mas importante. Atraso da transmissão: quantidade de tempo exigida para

  • router EMPURRAR o pacote. Depende do comprimento

do pacote e da taxa da transmissão do link, mas não tem nada fazer com a distância entre os dois routers. Atraso da propagação: tempo que um bit leva para propagar de um router ao seguinte. É uma função da distância entre os dois routers, mas não tem nada ver com o comprimento do pacote, nem com a taxa da transmissão da ligação.

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Em redes de pacotes

 O mesmo ocorre em redes packet-switched: os primeiros bits em

um pacote podem chegar em um router quando muitos dos bits restantes no pacote ainda esperam para ser transmitidos pelo router precedente  já discutido em redes de comutação de pacotes

 Considerando

dproc , dqueue , dtrans , e dprop denotando respectivamente

  • atraso

de processamento,

  • atraso

de enfileiramento, o atraso de transmissão, e atraso de propagação, o atraso nodal total é dado por dnodal = dproc + dqueue + dtrans + dprop

A contribuição destes componentes do atraso pode variar significativamente.

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Queue delay - o atraso de fila (1)

 Ao contrário de outros três atrasos (a saber, dproc, dtrans, e dprop ) o

atraso de fila pode variar de pacote para pacote.

  • Exemplo: se 10 pacotes chegarem em uma fila vazia ao mesmo

tempo, o primeiro pacote transmitido não sofrerá nenhum atraso de fila, enquanto o último pacote transmitido sofrerá um atraso de fila relativamente grande (enquanto espera outros nove pacotes serem transmitidos).

 Ao caracterizar o atraso de fila, usa-se medidas estatísticas, tais

como o atraso médio da fila, a variância do atraso, e a probabilidade que o atraso de fila exceda algum valor específico.

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Queue delay - o atraso de fila (2)

 Denote como sendo “a” a taxa média em que os pacotes

chegam à fila (a é dado em pacotes/seg).

 Suponha também, para simplicidade, que todos os pacotes

consistem em L bits.

 Então a taxa média em que os bits chegam à fila é

(La) bits/seg

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SLIDE 68

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Queue delay - o atraso de fila (3)

 R é a taxa da transmissão, isto é, a taxa

em que os bits são eliminados da fila (em bits/seg).

 Suponha que a fila é muito grande, e pode

acomodar essencialmente um número infinito dos bits. (Claro que isso não é verdade: próximo slide)

 Então a relação La/R, é chamada de

intensidade do tráfego  representa papel importante para estimar o atraso da fila.

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SLIDE 69

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Descarte (“Drop”) de pacotes

 A capacidade da fila não é infinita, os atrasos de

pacote não se aproximam realmente a infinito  os pacotes se perdem.

 Um pacote pode chegar e encontrar uma fila cheia.

  • Sem ter lugar para armazenar ou tratar o pacote, o router

descarta o pacote  “drop” do pacote.

  • Ou seja: o pacote será perdido.

 A fração de pacotes perdidos aumenta enquanto

a intensidade do tráfego aumenta.

  • Conseqüentemente, o desempenho em um nó é medido não

somente nos termos do atraso, mas também nos termos da probabilidade da perda do pacote.

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SLIDE 70

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Camadas de Protocolos

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SLIDE 71

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“Camadas” de Protocolos

Redes são complexas!

 Muitos componentes:

  • Hosts.
  • Roteadores.
  • Links de diversos

meios.

  • Aplicações.
  • Protocolos.
  • Hardware,

software...

Pergunta:

Como organizar a estrutura da rede?

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SLIDE 72

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Organização de viagens aéreas

 Uma série de passos...

passagem (compra) bagagem (entrega) portão (embarque) decolagem roteamento do avião passagem (reclama) bagagem (recupera) portão (desembarque) aterrissagem roteamento do avião

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SLIDE 73

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Organização de viagens aéreas: outra visão

Camadas: cada camada implementa um serviço.

  • Através das ações internas da própria camada.
  • Usando os serviços providos pela camada inferior.

passagem (compra) bagagem (entrega) portão (embarque) decolagem roteamento do avião passagem (reclama) bagagem (recupera) portão (desembarque) aterrissagem roteamento do avião

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SLIDE 74

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Viagens aéreas em camadas: serviços

Entrega balcão a balcão de passageiros / bagagem Entrega de bagagem do check-in à esteira

Entrega pessoas: pessoal embarque - ao pessoal desembarque

Entrega de avião: aeroporto a aeroporto Roteamento do avião da origem ao destino

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SLIDE 75

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Implementação distribuída da funcionalidade das camadas Aeroporto de embarque

Aeroporto de desembarque

locais intermediários de tráfego aéreo

roteamento do avião passagem (compra) bagagem (entrega) portão (embarque) decolagem roteamento do avião passagem (reclama) bagagem (recupera) portão (desembarque) aterrissagem roteamento do avião roteamento do avião roteamento do avião

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SLIDE 76

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Por que usar camadas?

Ao lidar com sistemas complexos:

 Estrutura permite identificação e relações entre

componentes de um sistema complexo.

  • Forma-se um modelo de referência.

 Modularização facilita manutenção e atualização do

sistema.

  • Mudanças de implementação do serviço da camada

são invisíveis ao resto do sistema.

  • Exemplo: mudança no procedimento do portão

não afeta o resto do sistema.

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SLIDE 77

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Pilha de protocolos da Internet

 Aplicação: suporta aplicações de rede

  • FTP, SMTP, HTTP, TELNET, etc...

 Transporte: transferência de dados

entre sistemas terminais

  • TCP ou UDP.

 Rede: roteamento de datagramas da

  • rigem ao destino
  • IP = protocolos de roteamento.

 Enlace: transferência de dados entre

elementos de rede vizinhos

  • PPP, frame relay, ethernet.

 Física: bits “nos cabos”.

  • Na verdade: variação do meio (ondas).

aplicação transporte rede enlace física

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SLIDE 78

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Camadas: comunicação lógica

aplicação transporte rede enlace física rede enlace física

Cada camada:

 Distribuída.  “Entidades”

implementam funções da camada em cada nó.

 Entidades

realizam ações, trocam mensagens com pares.

aplicação transporte rede enlace física aplicação transporte rede enlace física aplicação transporte rede enlace física

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SLIDE 79

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Camadas: comunicação lógica

aplicação transporte rede enlace física aplicação transporte rede enlace física application transport network link physical aplicação transporte rede enlace física rede enlace física dados dados

 Recebe dados da

aplicação.

 Inclui endereços,

e outras informações para formar “datagrama”.

 Envia datagrama

ao par.

 Usa os serviços

da camada de baixo.

dados

transport transport

ack “Entidade-par” de origem se comunica logicamente com “entidade-par” no destino Exemplo: camada de transporte

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SLIDE 80

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Camadas: comunicação real (física)

aplicação transporte rede enlace física aplicação transporte rede enlace física aplicação transporte rede enlace física aplicação transporte rede enlace física rede enlace física dados dados

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SLIDE 81

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Camadas de protocolos e dados

 Cada camada recebe dados da camada superior.  Acrescenta cabeçalho com informação para criar nova

unidade de dados.

 Entrega a nova unidade de dados para camada inferior.

aplicação transporte rede enlace física aplicação transporte rede enlace física

  • rigem

destino

M M M M Ht Ht Hn Ht Hn Hl M M M M Ht Ht Hn Ht Hn Hl mensagem segmento datagrama quadro

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SLIDE 82

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Relação da pilha e os PDUs

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SLIDE 83

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Backbones, NAPs e ISPs

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SLIDE 84

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Backbones, NAPs e ISPs (1)

 Internet é hierárquica.  De cima para baixo: a hierarquia consiste nos sistemas de

extremidade (PCs, hosts, servers, etc...) conectados aos provedores de serviço locais da Internet (Internet Service Providers - ISPs).

 Os ISPs locais são conectados a ISPs regionais, que são

conectados a ISPs nacionais e internacionais.

 Os ISPs nacionais e internacionais são conectados

juntos no topo do nó mais elevado na hierarquia.

  • Os novos nós podem ser adicionados apenas como uma parte nova de

Lego pode ser unida a uma construção existente de Lego.

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SLIDE 85

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Backbones, NAPs e ISPs (2)

 No ponto mais alto da hierarquia  os ISPs nacionais, que

são chamados

  • s

provedoresde serviço nacionais de backbone (National Service Providers - NSPs).

 Os NSPs formam uma espinha dorsal (backbone) de redes

independentes que se espalham no país (e muitas vezes se estendem também ao exterior).

  • Da mesma forma que existem várias companhias telefônicas de longa

distância (interurbanas), há vários NSPs que competem entre si pelo o tráfego e pelos clientes.

 Os NSPs existentes incluem Embratel, GlobalOne, NetStream

(AT&T), COMSAT, Diveo, IMPSAT, RNP, Brasil Telecom, Telemar, Telefônica, dentre outros.

 Os

NSPs têm links de transmissão de alta velocidade, geralmente usando fibras óticas de grande capacidade de tráfego.

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SLIDE 86

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Backbones, NAPs e ISPs (3)

 O NSPs devem ser interconectados entre si. Exemplo:

  • Suponha um ISP regional CapivaraNet, é conectado ao NSP

Telefônica.

  • Outro ISP regional BadyNet, é conectado a NSP Embratel.
  • Como pode ocorre o tráfego entre a CapivaraNet e a BadyNet?

 A

solução: introduzir centros do comutação (switching), chamados os Pontos de Troca de Tráfego (PTT)

  • Também chamados de NAPS (Network Access Points).

 Interconectam o NSPs, permitindo que cada ISP regional

passe o tráfego a todo o outro ISP regional.

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SLIDE 87

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Backbones, NAPs e ISPs (4)

 Por exemplo, a Telefônica tem um NAP em São Paulo, e

Brasil Telecom tem um NAP em Brasília. Além de se conectarem em NAPs, os NSPs podem se conectar também através dos pontos de troca privativos (Private Peering Points).

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SLIDE 88

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Backbones, NAPs e ISPs (5)

 NAPs ou PTT (ponto de troca de tráfego)

transmitem e comutam volumes tremendos de tráfego de Internet eles são redes de comutação de alta-velocidade, muito complexas.

  • Veja: http://ptt.br

 Tipicamente concentradas em uma área

geográfica pequena (por exemplo, um único edifício, normalmente chamado de “teleporto”).

 Freqüentemente, os NAPs usam tecnologia

avançadas de comutação e roteamento.

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SLIDE 89

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Peering X Transit (1)

 Peering: “voluntary interconnection of

administratively separate Internet networks for the purpose of exchanging traffic between the customers of each network. The pure definition

  • f peering is settlement-free or "sender keeps

all," meaning that neither party pays the other for the exchanged traffic.”

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SLIDE 90

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Peering X Transit (2)

 “Transit:

  • the advertisement by an Internet service provider

(ISP) of routes to a customer's Internet Protocol addresses to the other ISPs who constitute the rest of the Internet, thereby soliciting inbound traffic from them on behalf of the customer;

  • and the advertisement of a default route, or a full set
  • f routes to all of the destinations on the Internet, to

the ISP's customer, thereby soliciting outbound traffic from them.”

  • You pay money (or settlement) to another network

for Internet access.

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SLIDE 91

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Exemplo provedor nacional: Sprint U.S.A. backbone network

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SLIDE 92

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Provedor Nacional de Backbone - RNP

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SLIDE 93

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SLIDE 94

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ANSP – FAPESP - UNESP

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SLIDE 95

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SLIDE 96

unesp - IBILCE - SJRP

ANSP FAPESP

 A Rede ANSP fornece acesso à Internet para as

universidades paulistas públicas e algumas privadas desde 1991.

 A ANSP compra trânsito Internet de 3 ISPs;

Global Crossing, Telefonica e Terremark.

 E faz peering (troca de tráfego) diretamente com

a Terremark, e indiretamente com o PTT Metro e a RNP.

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SLIDE 97

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Projeto ANSP / FAPESP

 Em fevereiro de 1991, passou a fornecer acesso

à Internet para as universidades estabelecidas no Estado de São Paulo por meio de um enlace de 9.6 kbps.

  • Também foi responsável pela administração do

registro de domínios e de endereços IP no Brasil até 2005, ano em que o GGI.br assumiu essa responsabilidade.

  • No período de 1992 a 1994, o projeto ANSP foi o

único acesso que o Brasil teve para a Internet, tanto para o tráfego acadêmico, como para o comercial.

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SLIDE 98

unesp - IBILCE - SJRP

História da Internet (1)

 1961: Kleinrock - teoria das

filas demonstra eficácia de comutação de pacotes.

 1964: Baran - comutação de

pacotes em redes militares.

 1967: ARPAnet concebida

pela Advanced Reearch Projects Agency.

 1969: Primeiro nó ARPAnet

  • peracional.

 1972:

  • ARPAnet demonstrada

publicamente.

  • NCP (Network Control

Protocol) primeiro protocolo fim a fim.

  • Primeiro programa de

correio eletrônico.

  • ARPAnet tem 15 nós.

1961-1972: princípios de comutação de pacotes

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SLIDE 99

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História da Internet (2)

 1970: ALOHAnet rede via

satélite em Havaí.

 1973: Tese de doutorado de

Metcalfe propõe Ethernet.

 1974: Cerf & Kahn -

arquitetura para interligar redes.

 fim dos 70: arquiteturas

proprietárias: DECnet, SNA, XNA.

 fim dos 70: comutação de

pacotes de tamanho fixo (precursor do ATM).

 1979: ARPAnet tem 200 nós

Cerf & Kahn: princípios de inter- redes:

  • Minimalismo, autonomia:

nenhuma mudança interna necessária para interligar redes.

  • Modelo de serviço de

melhor esforço (best- effort).

  • Roteadores sem estado.
  • Controle descentralizado

Definem a arquitetura

da Internet de hoje ! 1972-1980: Inter-redes, redes novas e proprietárias

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SLIDE 100

unesp - IBILCE - SJRP

História da Internet (3)

 1983: implantação de

TCP/IP.

 1982: definição do

protocolo smtp (e-mail).

 1983: definição do DNS

para tradução de nome para endereço IP.

 1985: definição do

protocolo ftp.

 1988: TCP: controle de

congestionamento.

 Novas redes nacionais:

Csnet, BITnet, NSFnet, Minitel.

 100,000 hosts ligados à

confederação de redes.

 Brasil - início da BITnet

em 1988 (LNCC e FAPESP)

 Brasil - início da UUCP

em 1989 (Alternex) 1980-1990: novos protocolos, proliferação de redes

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SLIDE 101

unesp - IBILCE - SJRP

História da Internet (4)

 Início dos 1990: fim da

ARPAnet

 1991: NSF remove restrições em

uso comercial da NSFnet (aposentada, 1994).

 Início dos 1990: WWW

  • Hypertexto [Vanemar Bush

1945, Nelson 1960’s]

  • HTML, http: Berners-Lee
  • 1994: Mosaic, depois

Netscape

  • fim dos 1990:

comercialização da WWW.

Fim dos 1990:

 Estimado em 50 milhões

de computadores na Internet.

 Estimado em mais de 100

milhões de usuários.

 Enlaces backbone

funcionando em 1 Gbps.

1990’s: comercialização, WWW, e-business...

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SLIDE 102

unesp - IBILCE - SJRP

A Internet no Brasil

Pequena cronologia

 1991 - rede TCP/IP

experimental (SP, RJ, RS) até 9.600 bps

 1992 - Rede-Rio, ANSP,

RNP até 64 kbps

 1994/5 - RNPv2, com

enlaces de 2 Mbps

 1994/5 - abertura

comercial, Embratel, Comitê Gestor

 1999 - criação das

ReMAVs, Rede-Rio 2, enlaces de 155 Mbps

 1999 - novo backbone da

Rede-UFF 622 Mbps

 2000 - backbone ATM

da RNP2

 2001 - conexão

internacional em 155 Mbps

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SLIDE 103

unesp - IBILCE - SJRP

Capítulo 1: Sumário

Cobrimos muita matéria!

 Visão geral da Internet.  O que que é um protocolo?  Borda e núcleo de rede,

rede de acesso.

 Desempenho: perdas,

retardo.

 Modelos de camadas e

serviços.

 Backbones, PTTs,

provedores.

 História  Redes ATM.

Até aqui, desenvolvemos:

 Contexto, visão geral,

intuição de redes.

 Profundidade e

detalhes maiores, mais adiante no curso...